Belas florestas, das três a mais rica em madeiras nobres. Perobas, ipês, cedros, canjeranas, caviúnas, araribás e cabreúvas, entre outras, dominavam cerca de 80.000 km2, ou 40% da superfície do Estado. Hoje não temos mais que 2.000 km2 (2,4%), a maior parte no Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu. A qualidade dos solos que as suportavam motivou a sua substituição por monocultivos extensivos: uma troca consideravelmente desigual. Foto: Zig Koch